viernes, 27 de marzo de 2009

Parto de cócoras

Para os adeptos da nova medicina e para todos os que estudam e observam os fenômenos da natureza, a maneira mais fisiológi¬ca e natural de dar à luz é na posição de cócoras, como as índias.


O parto na posição deitada, comumente preferido pelos obstetras modernos, surgiu na Idade Média, quando a medicina decidiu incorporar o parto às suas atividades. Antes disso as mulheres davam à luz com a ajuda de experientes parteiras e freiras, e o médico só era requisitado quando surgia alguma complicação. Nessas ocasiões, os médicos costuma vam colocar a parturiente na posição deitada, a fim de facilitar o exame e a manipulação. Com o tempo, os médicos assumiram por completo a execução dos partos e essa posição acabou se tornando a "oficial". Nessas condições, no entanto, a criança sai "para cima': ao mesmo tempo que o trabalho do útero é dificultado pela compressão de importantes vasos do abdome, perturbando a oxigenação materno-fetal.


No parto de cócoras, por outro lado, a própria força da gravida de auxilia a expulsão do feto, tornando a mais rápida e ativa por parte da mulher. As ilustrações mostram o canal de parto e as forças que agem sobre a criança no momento do nasdmento. Fica evidente que o parto de cócoras propicia melhor desempenho, pois nessa posição o canal de parto fica praticamente vertical.


jueves, 12 de febrero de 2009

Assitência imediata ao recém-nascido

Logo após o nascimento são feitos cinco testes simples para avaliar as condições gerais do recém-nascido - a soma das notas é o chamado índice de Apgar.
A assistência ao recém-nascido começa já com o desprendimento da cabeça, quando se prooede à limpeza de seu rosto. Logo após o nascimento, a primeira atençiío do médico está voltada para o estabelecimento da respiraçiío da criança: o bebê normal respira e chora assim que vem para o mundo exterior.
Com gaze esterilizada, completa-se a limpeza do rosto da criança; quando há secreçoes, a boca ,e as narinas são cuidadosamente aspiradas com uma sonda de borracha macia para evitar,o itraumatismo das mucosas. O recém nascido é colocado com a .cabeça mais baixa que o corpo, ,a fim de facilitar o escoamento das secreçoes.
Para avaliar a vita'lidade do recém-nascido, é utilizado o índice de Apgar, que informa o estado de saúde do feto e também ns condições futuras da criança. A tabela indica os sinais usados no processo e as respectivas notas. Em geral as contagens siio feitas no primeiro e no quinto minuto após o nascimento. Os recém-nascidos com índices de Apgar 8 ~ 10 sao considerados vigorosos, e os restantes, deprimidos.
Em seguida o médico ou parteiro aperta o cordiio umbilical com duas pinças, mais ou menos a 4 centímetros de distância do abdo-me. Antes do pinçamento, verifica o cordao a fim de no esmagar parte do conteúdo abdominal, provocando hérnias. O cordao é entao seccionado entre as duas pinças e a ligadura realizada com um fio esterilizado forte.

domingo, 11 de enero de 2009

Parto natural: as melhores boas-vindas ao bebê

Completado o desenvolvimento no ventre materno, o feto está pronto para atravessar o canal de parto, rumo ao mundo exterior. Para sua tranqüilidade, toda a parturiente deve conhecer o mecanismo do 'parto e saber como ele se inicia. Afinal, nesse momento o trabalho é realizado por mãe e filho, num ato de amor que envolve apenas os dois - o médico ou parteiro estão ali apenas para ajudar.
A fim de poder contribuir de forma ativa e harmoniosa para a chegada de seu filho, é importante que a futura mãe saiba exatamente o que vai acontecer com o seu corpo e quais são as etapas pelas quais ela e o bebé vão passar. Sem segredos nem surpresas, a experiência do parto tem rudo para ser um instante de integração sublime entre ambos.
Podemos dividir o parto em três períodos: o primeiro e o mais longo é aquele em que o útero se dilata para dar passagem ao bebê; o segundo é o da expulsão ou saída do bebê: o nascimento; e o terceiro, aquele em que a placenta é expelida, saindo do corpo da mãe.
A dilatação do útero o bebê é empurrado para o mundo exterior graças às enérgicas contrações do útero. O "motor" que abre o útero e empurra o bebê para fora é a contração: cada vez que uma dessas 'ondas se espalha pelo órgão a criança é empurrada para baixo e comprime colo uterino, forçando sua abertura.


Clinicamente, considera-se iniciado o trabalho de parto quando começam a ocorrer contrações uterinas regulares e freqüentes, sentidas pela gestante. Gradualmente, elas se tornam mais e mais freqüentes, intensas e demoradas. No início do trabalho de parto costumam ocorrer cada 10 minutos, e duram 30 segundos; no final chegam a ocorrer cada 2 minutos, durando 1 minuto.
Com as contrações, o colo do útero vai ficando mais fino e se abre progressivamente. Rompese então a bolsa das águas. Durante esse processo o bebê vai descendo, empurrado pelas contraçoes, e roda como um parafuso. Com tal movimento ele atravessa toda a bacia materna. Na fase final da dilatação as contraçoes ocorrem cada 2 ou 3 minutos e a abertura do colo já é de cerca de 10 centímetros, o suficiente para a passagem da cabeça e do corpo do bebê.
A duração deste primeiro período varia muito, pois depende da força das contraç6es e resistência do colo. Se as contraçoes são fortes e o colo é pouco resistente, o penado será mais curto; se as contrações são fracas ou o colo é muito rígido, vai demorar mais. Em geral, no primeiro parto o colo é mais resistente, e por isso esta primeira fase dura mais. A tensão pode enrijecer o colo e tornar sua abertura mais difícil; uma parturiente calma e segura, psicologicamente preparada, contribui para encurtar seu próprio trabalho de parto.



A saída do bebê

A esta altura do trabalho de parto o bebê já ultrapassou os maiores obstáculos ao seu nascimento - a bacia materna e o colo uterino. Nesta fase ocorre uma animação psicológica, pois a gestante pode sentir o progresso da criança através do canal vaginal. A mulher percebe que está vencendo as dificuldades e um novo elemento entra em jogo: o impulso instintivo de assumir posição mais favorável, com as pernas dobradas e separadas. As contraçoes se tornam muito freqüentes e a parturiente sem perceber contrai os músculos do abdome, o que ajuda a expulsão. A musculatura uterina e abdominal fazem a maior parte do trabalho, e cada nova contração a cabeça do bebê pressiona mais a vagina.


Quando entra no período de expulsão, a parturiente é levada para a sala de parto. O ideal é que o ambiente transmita tranqüilidade: iluminação suave, pessoas falando em voz baixa. Esta fase é muito mais curta que a anterior: dura apenas minutos, pois as contraçoes são fortes, o colo já está dilatado e a resistência da vagina é mínima.



Nesse momento a futura mãe deve escolher a posição em que se sentir mais confortável: pode ficar meio senda (as mesas de parto modernas permitem isso) ou então 'apoiada numa almofada ou no marido. Melhor ainda é ficar ajoelhada ou de cócoras; já a pósição deitada é a que menos favorece a expulsão do bebê. O importante é que a parturiente tenha liberdade de se movimentar e ajudar o parto, cooperando voluntariamente com as contraçoes involuntárias do útero.


A vagina não constitui um entrave para o parto: é um canal de paredes elásticas, capaz de distender-se sem dificuldade para a passagem do bebê. No momento final do parto, chamado "coroamento", a mulher deve relaxar o períneo, para evitar sua ruptura. O médico sustenta a cabeça do bebê com a mao esquerda para impedir que ela se desprenda repentinamente, o que pode causar lesões nos vasos cerebrais. Com a mão direita, usando o polegar e o indicador e wn pedaço de gaze, o médico aperta o períneo, enquanto a cabeça do bebê sai aos poucos.


A parturiente faz a respiração superficial ou arquejante, como a de um cachorro cansado, para que o obstetra possa girar a cabeça do bebê e aco¬modar os ombros. Logo depois, a mulher deve empurrar novamente, para que saia primeiro o ombro que está mais alto, depois o outro, e fi¬nalmente o restante do corpo. E a mãe, aliviada e feliz, sabe que terminou o período expulsivo do parto.


A expulsão da placenta

Tecnicamente, o parto não termi¬na com o nascimento da criança: li¬gada à outra extremidade do cordão umbilical está a placenta) que tem de ser deslocada da parede uterina e ex¬pelida. Esse período final do parto é a dequitação - que começa ao ser seccionado o cordão mnbilical e ter¬mina com a expulsão da placenta.


Para a parturiente, este é o período mais fácil de todo o processo. O colo do útero completamente dilatado não oferece nenh um obstáculo à passagem da placenta, de consistência mole e muito menos volumosa que a criança. O processo, portanto, é rápido - dura cerca de 15 minutos. Não se deve puxar o cordão umbilical para apressar a saída da placenta; no máximo, o médico pode fazer uma ligeira torção da parte da placenta que se apresenta pelo canal de parto.
A pós a dequitação, o útero inicia seu processo de involução e de recuperação. No início a emissão de sangue é abundante, mas passadas algumas horas o sangue se torna escasso para dar lugar a uma secreção serossanguinolenta e depois serosa amarelada nos dias que se seguem ao parto.
Logo após o parto, e també'm durante as primeiras horas que se seguem, são comuns as cólicas e os espasmos uterinos, conseqüência das contraturas que esse órgão sofre.





viernes, 14 de noviembre de 2008

Ginástica para a gestante

Sao exercícios simples, que ajudam a atravessar a gravidez com boa disposição física e preparam seu corpo para o momento do parto. Como alguns deles exigem a ajuda de outra pessoa, procure fazê-los junto com seu parceiro: é um bom momento para o futuro pai compartilhar os preparativos para a chegada do bebê.


Exercício 1

Para manter a postura correta da coltma vertebral e evitar posiçoes viciosas, senfe-se com as costas eretas apoiadas 1m parede, as pemas cruzadas e lima almofada pequena embaixo de cada joelho.




Exercício 2

A fim de trabalhar a musculatura intema das coxas, apóie o pé num suporte de uns 40 centímetros de altura, com a perna dobrada e forçando o joelho para a frente. Fique nessa posiçao duranfe 10 minutos e depois balance a pema para relaxá-Ia. Repita o exercício com a outra perna. Procure manter a respiração profunda, lenta e compassada.




Exercício 3

Para domir melhor, deite-se de lado sobre o abdome, com o joelho levemente dobrado.




Exercício 4

Apóie as costas mlll/a parede, deixando os Joelhos levemente dobrados. Fique assim durante 5 minutos. Aumente o tempo para 10 minutos e depois para 15 minutos, a medida que os musculos forem se acostumando com o esforço. Durante o exercício mantenha uma leve pressão sobre o períneo e a respiração profunda e compassada.




Exercício 5

Sempre que possível, e principalmente ao executar tarefas domésticas, mantenha os joelhos dobrados e as pemas ligeiramente abertas.



Exercício 6

Este exercício é um dos mais importalltes para o momento do parto, pois ajuda a reforçar o períneo. Trata-se da posição mais comun entre as mulheres indígenas. Sempre que possivel fique de cócoras, com os joelhos o mais afastadas que conseguir.



Exercício 7
Ajoelhe com as maos no chao e os braços estimados, depois eleve as costas diversas vezes, fazendo pressão contra as mãos de uma outra pessoa. Faça o exercício durante 5 minutos seguidos, respirando lenta e profundamente.




Exercício 8
Peça para alguém fazer leves massagens cm suas costas enquanto você fica sentada numa cadeira, com os braços e a cabeça apoiados no encosto, abrindo e fechando as pernas. Respire normalmente durante o exercício.




Exercício 9
Fique de cócoras, com os joe¬lhos afastados, de mãos dadas com outra pessoa, que deve fi~ car de pé. Levante e abaixe di¬versas vezes, aumentando o número de vezes à medida que os meses forem decorrendo e os músculos se arostwl1tmdo ao mo¬vimento. Respl."re profUlufamel1te durante o exercício, inspiran¬do ao levantar e expiran¬do ao abaixar.



lunes, 29 de septiembre de 2008

Nove meses de vida intra-uterina

Nestas páginas do blog você acompanha, mês a mês, a extraordinária transformação do novo ser, que no calor do útero materno se prepara para vir ao mundo.

Uma nova vida principia exatamente no instante em que o espermatozóide penetra no óvulo. Logo após a fecundação, as células começam a se reproduzir, o que em geral ocorre nas trompas ovarianas. A união do óvu lo com o espermatozóide forma o que se chama de "ovo': que então percorre a trompa até se fixar na parede do útero, já preparada para recebê-lo, denominada endométrio. O fenômeno de fixação do ovo é chamado de "nidação" e acontece nas primeiras horas após a fecundação.

Embora seja uma situação rara, às vezes a nidação ocorre fora do útero, nas trompas ou no ovário, e requer intervenção cirúrgica. É o que se chama gravidez tubária ou ectópica, cujos sinais clínicos são facilmente reconhecidos pelo médico.



Primeiro mês

No final deste período, medindo 5 milímetros, o embrião é 100 vezes maior que o óvulo fecundado. Os intestinos estão em formaçâo e pequenas protuberâncias já anunciam os braços e as pernas. O coração, que é um tubo em fonna de "U': começa a bater.




Segundo mês

Com oito semanas o embrião já mede 2,5 centímetros de comprimento, possui cérebro, medula espinal e sistema cireulatório. Perde a pequena cauda, que formará o cóccix. Todos os órgaos principais estilo formados, o coração bate forte, o fígado, os rius e o estômago começam a funcionar. Os oilvidos estão se formando, assim como os olhos, mas as pálpebras permecem fechadas. O embriiio já tem bracinhos e perninhas.




Terceiro mês

Neste mês o embriao passa à categoria de feto e já mede 9 centímetros. Os órgãos sexuais e as unhas estão se formando. Todos os órgãos já estão presentes e dai em diante vão apenas se aperfeiçoar. Os braços e pernas já se mexem, embora a mãe ainda não sinta os movimentos. O sangue é bombeado ritmicamente através das veias do pulmão, e assim começa a se estabelecer a freqüência de batimentos que penniíirá ao bebé respirar oxigénio mais tarde.




Quarto mês

Com quatro meses o feto ainda tem uma cabeça enorme, desproporciollal em relação ao seu comprimento de cerca de 18 cen¬tímetros. Pesa cerca de 110 gra¬mas e está recoberto por uma lanugem crespa e gordurosa que evila que o líquido anllJiótico amoleça sua pele. Seu pequeno coração bale duas vezes mais rá¬pido que o dos adultos; o sexo já é evidente e todos os musculos vao se tomando mais fortes e mais ativos.




Quinto mês

Aos ciuco meses o feto eul m em cantata com o mundo: sua mãe senle seus primeiros ponta-pés e ele reage quando ollve ruídos extemos muito fortes. Tem também reaçoes táteis e já pisca os olhos. Os ossos e as unflas começam a endurecer, aparecem os mamilos e ele já pode soluçar e sugar o dedo. Os pulmões estilo formados, mas ainda nao amadureceram o suficiente para funcionar por conta própria fora do úlero.




Sexto mês

Com 30 centímetros e cerca de 675 gramas, o feto movimenta-se muito, o bastante para fazer o abdome da mae mexer-se. A lanugem cai, sendo substituída nelas cabelos. O corpo é agora todo protegido por uma substância branca e oleosa (vémix caseoso). As pálpebras chegam a se abrir, mas os olhos ainda estalo cobertos por uma membrana fina.




Sétimo mês

Os complicados centros nervosos estabelecem conexoes e os movimentos do feto tornam-se mais coerentes e variados. Ele mede cerca de 35 caltímetros e pesa mais de 1 quilo. Se nascer agora, suas chances de sobrevivência serão bem maiores do que antes. Os olhos já estão abertos e a membrana que os cobria de¬sapareceu. A pressão cada vez maior que o bebê faz sobre o estômago da mãe chega a provocar azia e indigestão. Ela deve faur refeiçoes pequenas e bem nutritivas.




Oitavo mês

O bebê agora cresce velozmente, medindo de 40 a 45 centímetros e pesando cerca de 2 quílos. Este é o mês do embelezamento: a gordura vai distendendo a pele até então enrugada. Os pulmões já estão bem desenvolvidos e o feto tem boas chances de sobreviver a um parto prematuro. O útero da mãe pode ter aumentado até 20 vezes o tamanho original. O espaço dentro dela está tão congestionado que o umbigo começa a sobressair. O bebê ocupa agora uma posição mais ou menos fixa, preparando-se para o nascimento.




Nono mês
O bebê prepara-se para nascer: ganha peso e a força de que necessita para o trabalho que vai enfrentar. Sua cabeça desliza e começa a descer pela cavidade uterina, aguardando a hora do nascimento. A mãe terlde a inclinar mais ainda o corpo para trás, o que pode provocar dores nas costas. O repouso é essencial, pois o parto está próximo.




lunes, 14 de julio de 2008

Conselhos para uma gravidez sadia




1. Faça mais refeiçoes, comendo quantídades menores de cada vez.

2. Para evitar o enjôo matinal dos primeiros meses, mastigue um pedaço de pão integral seco ou coma um pedaço de maçã pela manha, ao levantar.

3. Coma devagar, mastigando lentamente. Nunca se alimente às pressas e muito menos em excesso.

4. O aumento de peso da gestante ni/o deve passar de 1 quilo por mês. Se você engordar mais do que isso, diminua os carboidratos e as gorduras.

5. Evite tomar laxantes. Se a dieta de cereais integrais, frutas e verduras não for suficiente para estimular o intestino, experimente uma destas alternativas:
• no café da manhã, tome 1 colher (de sopa) de jarelo de trigo diluída em leite ou suco de frutas;
• deixe de molho, de um dia para o outro, 1 colher (de sopa) de sementes de linhaça; coma de manhã, misturadas com 1 colher (de sopa) de mel;
• de manhã, coma um pedaço de mamão ou então algumas ameixas secas deixadas de molho durante a noite.

6. Após o quarto mês, mio esqueça de tomar cálcio. Peça orientaçao para seu médico.

7. Para evitar a anemia, comum nos últimos meses de gravidez, tome sucos verdes (misturas de agriao, espinafre, salsa, escarola, couve, mastruz), cujo gosto pode ser atenuado com pepino, cenoura, ervadoce ou beterraba. Existe outro método simples de ingerir ferro que é bastante curioso: todas as noites, enfie 12 pregos numa maçã ácida; de manha, retire-os e coma a maçã. Aproveite os mesmos pregos para a maçã do dia seguinte. O método é muito eficiente, pois o ácido málico presente na fruta provoca a oxidação do ferro, que é facilmente absprvido pelo organismo. As vezes a acloridia (ausência de ácido clorídrico na secreção gástrica) do estômago das gestantes dificulta à absorçiio do ferro; pode-se entao usar o ácido , hidroclorídrico D3 (10 gotas em água antes de cada rejeição).

8. Em caso de edemas (incchaços), é necessário diminuir o sal e comer hortaliças diuréticas, como salsao, chuchu e erva-doce, ou fazer uma dieta de arroz cozido sem sai, várias vezes ao dia. Essa dieta também é ótima quando há aumento de pressão arterial ou ameaça de eclâmpsia (fonna convulsiva de intoxicação do sangue nas gestantes). No dia da dieta de arroz sem sal a grávida deve ficar de preferência em repouso, e pode tomar chás diuréticos, como equi setum (cava linha), cidreira, cabelo-de-milho ou chá renal. Nao usar outros chás, como carqueja, abacate, etc., que podem ser abortivos.

9. Niio tome nenhum remédio sem antes falar com seu médico - vários medicamentos têm efeitos prejudiciais graves sobre o feto, como retardamento mental e malfonnações, entre outras alterações.

10. Está provado cientificamente que mulheres que fumam diio à luz crianças de baixo peso - em média, cerca de 250 gramas a menos que crianças de maes não fumantes; quanto à ingestão de álcool, pode provocar no feto malfonnações cranianas e faciais, dependendo da quantidade e da freqüência. Portanto, nada de cigarros e álcool.

jueves, 27 de marzo de 2008

A importância da alimentação

Tudo o que o ser humano ingere é responsável pela formação da sua essência biológica. Assim, nossa saúde depende basicamente da qualidade da alimentação.

A medicina natural dá muita importância à dieta da gestante, pois o tipo de alimentação determina em grande parte a evolução da gravidez, as condições do parto, da lactação, do puerpério e a própria saúde da criança. Essa afirmação nau é exagerada. Médicos naturalistas têm constatado que quando a gestante não controla a alimentação de modo racional c abusa de carne, doces, enlatados, refrigerantes e farinhas refinadas, invariavelmente apresenta in¬chaços, prisão de ventre, varizes, pressão arterial elevada ou baixa, cansaço excessivo, tonturas, vómitos constantes, parto difícil, ausência ou insuficiência de leite. Sem contar, é claro, que acaba comprometendo a saúde de seu filho.

O ideal para a gestante é uma dieta variada, rica em verduras, legumes, leguminosas, mel, nozes, carnes brancas, ovo caipira, raízes e cereais integrais, que mantém o organismo em perfeita harmonia com a natureza. Dentro desse espírito, deve-se procurar manter um equihbrio, evitando radicalismos como certas regras inflexíveis da macrobiótica, dietas com escassez de proteínas, etc.
Desaconselha-se também por completo o uso de cigarro, drogas, bebidas alcoólicas, bem como o excesso de trabalho ou a indolência, os hábitos noturnos, a falta de sol e de cantata com a ar livre. Tudo isso impede o desenvolvimento saudável do feto, podendo comprometer a criança para o resto da vida.