martes, 16 de junio de 2009

Receitas

Leite de cereais

Ingredientes
• 1 colher (de sobremesa) de arroz integral orgânico
• 1 colher (de sobremesa) de aveia integral orgânica
• 1 colher (de sobremesa) de grãos de trigo sarraceno
• 1 col11er (de sobremesa) de milho integral orgânico ou de cevadinha

Modo de preparar
Junte todos os ingredientes no copo do liquidificador e bata até obter uma farinha fina. Passe pela peneira numa panela grande, se possível de barro, louça, ferro ou vidro (evite as de metal), e leve a mistura ao fogo até que fique ligeiramente tostada. Acrescente água mineral pura, sem gás, até obter a quantidade desejada. Deixe no fogo brando, mexendo sempre, durante uns 20 minutos, ou até que o "leite" se aproxime da consistência do leite materno. Deixe esfriar.

Observações: não é necessário acrescentar nenhum adoçante, nem mesmo mel. Esse leite deve ser adaptado ao paladar do bebé, que é quem vai determinar sua fórmula. Existem crianças, por exemplo, que só aceitam o leite produzido com arroz integral e trigo sarraceno.


Leite de soja caseiro

De véspera, coloque 500 g de soja em grão de molho em bastante água. No dia seguinte, tire a película que envolve cada grão (já estará solta após a hidratação), escorra a água e coloque uma parte dos grãos no copo do liquidificador. Acrescente água, bata um pouco, só para desmanchar a soja, e reserve. Repita a operação com toda a soja hidratada.
Leve a massa obtida ao fogo com mais ou menos o triplo de água. Deixe ferver até que apareça uma espuma branca - é a toxina da soja. Retire-a com uma escumadeira e mantenha fervendo por mais uns 10 minutos; apague o fogo e deixe esfriar.
Coe o líquido num pano e reserve a massa para fazer bolinhos, tortas, etc. O leite resultante deve ficar espesso, amarelado e forte - para ser dado à criança necessita uma certa diluição em água, o suficiente para adquirir coloração esbranquiçada.

lunes, 18 de mayo de 2009

Quando a leite acaba

Mesmo apelando para todos os recursos disponíveis, muitas vezes a mãe não consegue amamentar. Nesses casos, antes de recorrer à alimentação artificial, continua sendo uma boa opção arranjar uma ama-de-leite, que amamente ela própria a criança ou apenas forneça seu leite, para ser dando à criança com a mamadeira. A mãe deve manter a mamadeira sob a axila até que o leite se aqueça, para passar sua energia vital calorífica para o bebê. Após tais cuidados, ela pode envolver carinhosamente seu bem e agir como se estivesse amamentando naturalmente: pouco ou quase nada ele terá perdido com este processo.
Mas há situações em que o aleitamento natural tonul-se impos-sível, sem outra saída a não ser partir, para a alimentação artificial. E preciso saber, então, que as reaçiJes à introdução de uma nova dieta variam muito de bem para bebê e que a adaptação deve ser avalíadn atentamente, tanto pela mãe como pelo pediatra.
A substituiçiio que parece mais óbvia é, sem dúvida, pelo leite de vaca. Entretanto, ela deve ser evitada. No reino animal, cada espécie produz o leite apropriado para sua cria; embora alguns sejam bem tolerados pelos bebes - como o de vaca e o de cabra, por exemplo - e até apresentem maiores quantidades de proteínas e outros nutrientes que o leite materno, eles não são adequados para o ser humano. Comprovadamente, provocam diversos tipos de reações alérgicas, além de estarem ligados a futuros problemas reumáticos, calcificações articulares, arteriosclerose e aterosclerose.


O leite vegetal

Existem diversos outros tipos de leite, de origem vegetal, que são bem aceitos por naturalístas de todo o mundo, como os leites de cereais integrais ou de feijào de soja, cuja fórnula de preparo está sendo estudada e aperfeiçoada no sentido de contribuir mais e melhor para o desenvolvimento da criança. Hoje, por exemplo, não é mais recomendndo preparar o conhecido "leite de cereais" com farinhas integrais, pois assim o leite perde a energia vital do cereal e oxida rapidamente, podendo mesmo tornar-se prejudícial ao organismo.
Para obter o melhor leite de cereais, deve-se moer os grãos no momento de fazer a mamadeim ou pelo menos no dia em que vai ser consumido. Igual cuidado é aconselhado para o leite de feijão de soja, que, preparado dessa fonna, resulta num alimento mais rico e substancioso.
Sabe-se também que o leite de soja não deve ser usado ininterruptamente, mesmo diluído, pois no nosso organismo a soja passa a atuar como fator descalcifican-te, embora seja um alimento rico em cálcio. Esse fenômeno ocorre porque o cálcio é assimilado no intestino pelos mesmos canais de captação que o fósforo, elemento que a soja apresenta em teor mais elevado. Assim, pam suprir as necessidades diárias de cálcio, o organismo procura captar esse componente nos ossos, por meio da corrente sanguínea. Naturalmente, só haverá descalcificaçiio na cn'ança que receber leite de soja com muita freqüência e em altas doses. Acrescentado ao leite de cereais, no entanto, o leite de soja torna-se um excelente complemento alimentar.


A indispensável observação

Como se trata de uma fonna de alimentação que não reproduz por completo as condições ideais do aleitamento natural, independentemente do método escolhido é importante obseroar com atenção se o desenvolvimento dn criança corresponde aos padrões nonnais de crescimento e peso, para readaptar a alimentação sempre que necessário.
É bom lembrar também que, junto com a possibilidade do aleitamento natural, o bebê perde uma fanna insubstituível de carinho e interação com a mãe, e não são raros os casos em que ele passa a apresentar sinais de carência afetiva, Cabe aos pais perceber essas manifestações e procurar impedir que isso venha a comprometer o desenvolvimento emocional e psicológico de seu filho,

domingo, 10 de mayo de 2009

Método de controle natural

Mais do que um método de controle de natalidade, o planejamento familiar natural reflete um modo de vida, uma escolha madura e consciente do casal.
De acordo com os princípios da medicina natural, os anticoncepcionais orais (pilulas) devem ser evitados, pois são muito perigosos para o bom equilibrio hunnanal e comprometem a saúde geral da mulher. O uso do diafragma e do dispositivo intra-uterino (DIU) também pode provocar distúrbios, como rejeição por parte do organismo e a criação de um ambiente propício a infecções e inflamações.
Por esses motivos, o método anticoncepcional mais aconselhado é a tradicional "tabelinha'; que mostramos aq"Ai numa versao mais evoluida e adaptada. Este é um método baseado no ciclo menstrual normal e deve ser usado com cuidado. As mulheres com ciclo menstrual irregular precisam se submeter a um tratamento para regularizá-lo antes de começar a seguir este método.
O primeiro dia da menstruaçaio (o dia em que o sangue aparece) é considerado o pnimeiro dia do ciclo, a partir do qual se começa a contagem para a tabela. No 14 dia, geralmente o óvulo está presente nos ovários ou nas trompas e pode ser fecundado - ele demora cerca de 14 dias para estar "maduro" e nessas condições tem aproximadamente dois dias de vida. Assim, o periodo mais fértil da mulher vai de dois dias antes até dois dias depois do 14 dia, quando o óvulo atinge a maturação máxima, ou seja, do 12 ao 16 dia após o início da menstruação.
Como margem de segurança, nesta tabela a mulher é considerada fértil do la ao 20 dia do ciclo. Fora desse período, as relações sexuais são seguras: não produzem gravidez, a não ser que ocorra uma alteraçao ou desequilibrio exatamente no meio do ciclo, retardando a ovulaçao.
O método natural de evitar a gravidez consiste em abster-se das relações sexuais durante o período fértil ou então usar cremes vaginais espermicidas ou preseroativos masculinos nesse período. Esses são os únicos contraceptivos que não agridem o organismo.
É necessário lembrar, no entanto, que podem ocorrer variações na ovulaçao. Assim, para ser eficaz, este método deve ser aliado ao controle freqüente da saúde honnonal da mulher, por intermédio de uma vida mais natural.
Em princípio, se tanto o homem quanto a mulher suportam bem um período de abstinêncin sexual que pode ir de 10 a 15 dias no mês, e se o casal considera que o sacrifício é plenamente compensado pela ausência de preocupações com efeitos colaterais, então o planejamento familiar natural é sem dúvida a melhor opção.

martes, 14 de abril de 2009

Parto Leboyer

Um jeito sereno de amenizar o trauma do nascimento. Um dos principais propósitos da medicina natural é estimular as pessoas a se relacionarem de forma mais harmónica e profunda com a natureza. No que diz respeito à gravidez e ao parto, é importante que o "casal grávido" perceba a singularidade do momento por que está passando e a responsabilidade que tem diante da maravilhosa experiência qlle é trazer à luz um novo ser.
Da mesma fonlla, é também fundamental que o parteiro ou o obsletra compartilhem desles prillcípios. Fréderic Leboyer, 11m famoso obstetra francês, dedicou sua vida a mostrar ao mundo que o parto que se pratica normalmellte é agressivo, maltrata a criança e produz nela. uma grande insegurança. Leboyer instituiu uma téc¬nica de parlo diferente da que se praticava em sua época (e ainda se pratica muito), na qual todos os fatores de agressão a criança são elminados ou minimizados: o ruído excessivo lia sala de parto, o ar-condicionado, as sondas, a luz exagerada, as clássicas palmadas no recém-nascido, o corte imediato do cordão umbilical e o brusco afastamento entre a mãe e a criança.
Leboyer também efjatízou a importância da presença do pai ou de um amigo ou parente do sexo masculino na sala de parto, para que se produzisse uma inleraçao energética com a criança. Por esse mesmo motivo o obstetra francês recomendava que o bebê fosse colocado junto ao seio da mãe imediatamente após o nascimento, antes mesmo que o cordão umbilical fosse cortado. E no "parto Leboyer'; como se tornou conhecido, podese observar que o recém-nascido começa logo a sugar o seio materno, enquanto recebe uma massagem carinhosa do pai. Esse momento é sentido pela criança como uma cerimônia cósmica de boas-vindas e de amor.

Certamente todos nós gostaría-mos de ter sido recebidos dessa maneira.

viernes, 27 de marzo de 2009

Parto de cócoras

Para os adeptos da nova medicina e para todos os que estudam e observam os fenômenos da natureza, a maneira mais fisiológi¬ca e natural de dar à luz é na posição de cócoras, como as índias.


O parto na posição deitada, comumente preferido pelos obstetras modernos, surgiu na Idade Média, quando a medicina decidiu incorporar o parto às suas atividades. Antes disso as mulheres davam à luz com a ajuda de experientes parteiras e freiras, e o médico só era requisitado quando surgia alguma complicação. Nessas ocasiões, os médicos costuma vam colocar a parturiente na posição deitada, a fim de facilitar o exame e a manipulação. Com o tempo, os médicos assumiram por completo a execução dos partos e essa posição acabou se tornando a "oficial". Nessas condições, no entanto, a criança sai "para cima': ao mesmo tempo que o trabalho do útero é dificultado pela compressão de importantes vasos do abdome, perturbando a oxigenação materno-fetal.


No parto de cócoras, por outro lado, a própria força da gravida de auxilia a expulsão do feto, tornando a mais rápida e ativa por parte da mulher. As ilustrações mostram o canal de parto e as forças que agem sobre a criança no momento do nasdmento. Fica evidente que o parto de cócoras propicia melhor desempenho, pois nessa posição o canal de parto fica praticamente vertical.


jueves, 12 de febrero de 2009

Assitência imediata ao recém-nascido

Logo após o nascimento são feitos cinco testes simples para avaliar as condições gerais do recém-nascido - a soma das notas é o chamado índice de Apgar.
A assistência ao recém-nascido começa já com o desprendimento da cabeça, quando se prooede à limpeza de seu rosto. Logo após o nascimento, a primeira atençiío do médico está voltada para o estabelecimento da respiraçiío da criança: o bebê normal respira e chora assim que vem para o mundo exterior.
Com gaze esterilizada, completa-se a limpeza do rosto da criança; quando há secreçoes, a boca ,e as narinas são cuidadosamente aspiradas com uma sonda de borracha macia para evitar,o itraumatismo das mucosas. O recém nascido é colocado com a .cabeça mais baixa que o corpo, ,a fim de facilitar o escoamento das secreçoes.
Para avaliar a vita'lidade do recém-nascido, é utilizado o índice de Apgar, que informa o estado de saúde do feto e também ns condições futuras da criança. A tabela indica os sinais usados no processo e as respectivas notas. Em geral as contagens siio feitas no primeiro e no quinto minuto após o nascimento. Os recém-nascidos com índices de Apgar 8 ~ 10 sao considerados vigorosos, e os restantes, deprimidos.
Em seguida o médico ou parteiro aperta o cordiio umbilical com duas pinças, mais ou menos a 4 centímetros de distância do abdo-me. Antes do pinçamento, verifica o cordao a fim de no esmagar parte do conteúdo abdominal, provocando hérnias. O cordao é entao seccionado entre as duas pinças e a ligadura realizada com um fio esterilizado forte.

domingo, 11 de enero de 2009

Parto natural: as melhores boas-vindas ao bebê

Completado o desenvolvimento no ventre materno, o feto está pronto para atravessar o canal de parto, rumo ao mundo exterior. Para sua tranqüilidade, toda a parturiente deve conhecer o mecanismo do 'parto e saber como ele se inicia. Afinal, nesse momento o trabalho é realizado por mãe e filho, num ato de amor que envolve apenas os dois - o médico ou parteiro estão ali apenas para ajudar.
A fim de poder contribuir de forma ativa e harmoniosa para a chegada de seu filho, é importante que a futura mãe saiba exatamente o que vai acontecer com o seu corpo e quais são as etapas pelas quais ela e o bebé vão passar. Sem segredos nem surpresas, a experiência do parto tem rudo para ser um instante de integração sublime entre ambos.
Podemos dividir o parto em três períodos: o primeiro e o mais longo é aquele em que o útero se dilata para dar passagem ao bebê; o segundo é o da expulsão ou saída do bebê: o nascimento; e o terceiro, aquele em que a placenta é expelida, saindo do corpo da mãe.
A dilatação do útero o bebê é empurrado para o mundo exterior graças às enérgicas contrações do útero. O "motor" que abre o útero e empurra o bebê para fora é a contração: cada vez que uma dessas 'ondas se espalha pelo órgão a criança é empurrada para baixo e comprime colo uterino, forçando sua abertura.


Clinicamente, considera-se iniciado o trabalho de parto quando começam a ocorrer contrações uterinas regulares e freqüentes, sentidas pela gestante. Gradualmente, elas se tornam mais e mais freqüentes, intensas e demoradas. No início do trabalho de parto costumam ocorrer cada 10 minutos, e duram 30 segundos; no final chegam a ocorrer cada 2 minutos, durando 1 minuto.
Com as contrações, o colo do útero vai ficando mais fino e se abre progressivamente. Rompese então a bolsa das águas. Durante esse processo o bebê vai descendo, empurrado pelas contraçoes, e roda como um parafuso. Com tal movimento ele atravessa toda a bacia materna. Na fase final da dilatação as contraçoes ocorrem cada 2 ou 3 minutos e a abertura do colo já é de cerca de 10 centímetros, o suficiente para a passagem da cabeça e do corpo do bebê.
A duração deste primeiro período varia muito, pois depende da força das contraç6es e resistência do colo. Se as contraçoes são fortes e o colo é pouco resistente, o penado será mais curto; se as contrações são fracas ou o colo é muito rígido, vai demorar mais. Em geral, no primeiro parto o colo é mais resistente, e por isso esta primeira fase dura mais. A tensão pode enrijecer o colo e tornar sua abertura mais difícil; uma parturiente calma e segura, psicologicamente preparada, contribui para encurtar seu próprio trabalho de parto.



A saída do bebê

A esta altura do trabalho de parto o bebê já ultrapassou os maiores obstáculos ao seu nascimento - a bacia materna e o colo uterino. Nesta fase ocorre uma animação psicológica, pois a gestante pode sentir o progresso da criança através do canal vaginal. A mulher percebe que está vencendo as dificuldades e um novo elemento entra em jogo: o impulso instintivo de assumir posição mais favorável, com as pernas dobradas e separadas. As contraçoes se tornam muito freqüentes e a parturiente sem perceber contrai os músculos do abdome, o que ajuda a expulsão. A musculatura uterina e abdominal fazem a maior parte do trabalho, e cada nova contração a cabeça do bebê pressiona mais a vagina.


Quando entra no período de expulsão, a parturiente é levada para a sala de parto. O ideal é que o ambiente transmita tranqüilidade: iluminação suave, pessoas falando em voz baixa. Esta fase é muito mais curta que a anterior: dura apenas minutos, pois as contraçoes são fortes, o colo já está dilatado e a resistência da vagina é mínima.



Nesse momento a futura mãe deve escolher a posição em que se sentir mais confortável: pode ficar meio senda (as mesas de parto modernas permitem isso) ou então 'apoiada numa almofada ou no marido. Melhor ainda é ficar ajoelhada ou de cócoras; já a pósição deitada é a que menos favorece a expulsão do bebê. O importante é que a parturiente tenha liberdade de se movimentar e ajudar o parto, cooperando voluntariamente com as contraçoes involuntárias do útero.


A vagina não constitui um entrave para o parto: é um canal de paredes elásticas, capaz de distender-se sem dificuldade para a passagem do bebê. No momento final do parto, chamado "coroamento", a mulher deve relaxar o períneo, para evitar sua ruptura. O médico sustenta a cabeça do bebê com a mao esquerda para impedir que ela se desprenda repentinamente, o que pode causar lesões nos vasos cerebrais. Com a mão direita, usando o polegar e o indicador e wn pedaço de gaze, o médico aperta o períneo, enquanto a cabeça do bebê sai aos poucos.


A parturiente faz a respiração superficial ou arquejante, como a de um cachorro cansado, para que o obstetra possa girar a cabeça do bebê e aco¬modar os ombros. Logo depois, a mulher deve empurrar novamente, para que saia primeiro o ombro que está mais alto, depois o outro, e fi¬nalmente o restante do corpo. E a mãe, aliviada e feliz, sabe que terminou o período expulsivo do parto.


A expulsão da placenta

Tecnicamente, o parto não termi¬na com o nascimento da criança: li¬gada à outra extremidade do cordão umbilical está a placenta) que tem de ser deslocada da parede uterina e ex¬pelida. Esse período final do parto é a dequitação - que começa ao ser seccionado o cordão mnbilical e ter¬mina com a expulsão da placenta.


Para a parturiente, este é o período mais fácil de todo o processo. O colo do útero completamente dilatado não oferece nenh um obstáculo à passagem da placenta, de consistência mole e muito menos volumosa que a criança. O processo, portanto, é rápido - dura cerca de 15 minutos. Não se deve puxar o cordão umbilical para apressar a saída da placenta; no máximo, o médico pode fazer uma ligeira torção da parte da placenta que se apresenta pelo canal de parto.
A pós a dequitação, o útero inicia seu processo de involução e de recuperação. No início a emissão de sangue é abundante, mas passadas algumas horas o sangue se torna escasso para dar lugar a uma secreção serossanguinolenta e depois serosa amarelada nos dias que se seguem ao parto.
Logo após o parto, e també'm durante as primeiras horas que se seguem, são comuns as cólicas e os espasmos uterinos, conseqüência das contraturas que esse órgão sofre.